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Vizinho solidário em Floripa: mais segurança no Sul da Ilha

Se entrar numa rua qualquer do Sul da Ilha, Floripa, e se deparar com uma placa ou faixa do programa Vizinho Solidário, saiba que ali tem moradores unidos, que cuidam um do outro e estão interessados em viver num lugar com mais segurança, onde as crianças podem brincar tranquilas.

O que faz com o que todos se sintam amparados é o fato de estar “um por todos e todos por um”. O programa Vizinho Solidário transformou inúmeras localidades de Florianópolis em lugares ainda mais seguros. Exemplos disso são comunidades do Sul da Ilha que ganharam status de “unidas” e, por isso, mais tranquilas. Podemos citar a localidade Pico da Cruz, Rio Tavares, que já foi tema de vários reportagens na imprensa.

Mesmo antes do Vizinho Solidário, a cidade sempre foi considerada segura em comparação a outras capitais. A partir da implantação do programa, que começou na capital catarinense em 2011 e se fortalece a cada ano, a sensação de segurança aumentou, item bem importante quando o assunto é qualidade de vida. E o segredo está na união das pessoas e da PM.

O programa consiste em criar uma forma de comunicação entre os moradores de uma localidade – grupo de Whats App, por exemplo – e, através dela, conectar a comunidade diretamente a PM. Os moradores ficam responsáveis por avisar quando perceberem movimentação suspeita ou passar por algum tipo de problema relacionado à segurança. Dessa forma, todos os vizinhos presentes no grupo ficam sabendo das ocorrências e podem ajudar ou impedir qualquer ação de bandidos. E o mais importante: a polícia está conectada ao grupo e, na medida do necessário, parte para a ação.

“Eu entendo que o vizinho solidário veio para unir a comunidade e a polícia e ajudar a polícia a fazer o trabalho dela. Tem funcionado bem. Usamos o Whats App e através dessa ferramenta a comunidade conversa. No grupo VSI, a PM está conectada. Então para postar nesse grupo, tem que ter bastante consciência”, afirma Márcia Damian, moradora da localidade Rififi, próxima a Lagoa Pequena, vizinha do Novo Campeche.

As localidades que têm o Vizinho Solidário (e qualquer comunidade pode ter, basta querer e se organizar) contam com placas que exibem, para quem quiser ver, que todos os moradores e PM protegem-se mutuamente. O resultado disso é que muitas ações são inibidas pela simples informação.

O programa está presente no Campeche, Morro das Pedras, Armação, Carianos, Açores, Ribeirão da ilha, entre outros bairros. São 46 localidades do Sul da Ilha com Vizinho Solidário ativo, segundo números da PM de setembro de 2016.

Números comprovam a eficiência do Vizinho Solidário

A 3ª Companhia do 4º BPM analisou números relativos a segurança nas localidades onde o Vizinho Solidário é um realidade e eles comprovam a eficiência do programa. Segundo a PM, no período de 2012 à 2015, “obteve-se uma redução de 22% das ocorrências de furto em residência”.

A ação iniciada em Florianópolis deu tão certo que já está sendo replicada em outros estados de Santa Catarina!

 

Letícia Kapper

Letícia Kapper

Jornalista, curiosa, moradora do Sul da Ilha!
Com uma trajetória de 10 anos na Comunicação catarinense - 7 anos em redação de jornal impresso e outros 3 como produtora de rádio, TV, assessora de imprensa e produtora de conteúdo -, hoje dedica-se a Comunicação Digital e é gestora na Cultura Multimídia, parceira da OUSE Lab.

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